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"10" Post(s) encontrado(s) na categoria: Autenticidades

Curitiba doce!

O que, na nossa opinião, a capital paranaense oferece de melhor em termos de glicose

Adocica meu amor, adocica! Este post, em tempos de pandemia, é menos sobre viajar e mais sobre adoçar a vida de quem está em confinamento – como nós, que estamos chegando nos 150 dias em que as saídas de casa se resumem basicamente a ir ao mercado. O ócio da quarentena nos fez recordar das melhores furadas açucaradas de regime que Curitiba pode oferecer, e elas são tantas, que resolvemos fazer um post em sua homenagem! O melhor: na impossibilidade de ir até elas, a maioria pode ir até você! Este post também não é sobre esgotar a lista dos mais famosos doces da cidade. É mais sobre listar aqueles que, entre clássicos e desconhecidos, sempre nos acompanharam nos bons momentos vividos aqui, por nós e por nossas famílias. É sobre aquela torta que sempre esteve presente nos aniversários, sobre a confeitaria que acompanhou gerações, sobre memória afetiva (expressão da […]

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Entrevista de emprego com Gaudí – Parte III

O arquiteto explicando suas 20 principais obras

Sei que já tomei muito do seu tempo, por isso se você quiser ler com calma o começo da minha entrevista de emprego, está tudo guardadinho aqui, na Parte 1 e na Parte 2. Esta é a última – prometo – e nela vou falar de mais 5 obras. Sendo que duas delas entram no top 5 das minhas mais conhecidas. Sem mais delongas, me diga: você já ouviu falar do Portal Miralles? 16 – PORTAL MIRALLES Acredito que não. Muita gente, até mesmo quem mora em Barcelona, não sabe da existência desta obra. Para ser mais exato, ela se encontra no Passeig Manuel Girona, 55. Foi construída no ano de 1901 para o meu amigo Hermenegild Miralles i Anglès e concluida no ano seguinte. Ele trabalhava com materiais de acabamentos, madeiras… E já havia realizado alguns trabalhos para mim, como por exemplo a parte interna do fumódromo da Casa […]

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Entrevista de emprego com Gaudí – Parte II

O arquiteto explicando suas 20 principais obras

Pra aqueles que estão pegando o bonde andando – bonde… não sei por que mas me veio um frio na espinha!! – e perderam o que eu, Gaudí, contei na primeira parte da minha entrevista de emprego, é só clicar aqui (tem informações das 10 primeiras principais obras que realizei pós-formado). Ainda falarei de mais 10 construções, conhecidas e não tão conhecidas, tipo essa: Então vamos continuar. De onde parei? Ah, sim, Bodegas Güell… 11 – BODEGAS GÜELL Pelo nome vocês já sabem quem me pediu pra construir, correto? Existe uma peculiaridade neste projeto. Esta foi a primeira obra que Güell me pediu para realizar, isto em 1882. Na época ele havia comprado este baita terreno com mais de 800 hectares em Garrafs, praia belíssima a 30 km aproximadamente ao sul de Barcelona, que fica dentro do município de Sitges – outra

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Entrevista de emprego com Gaudí – Parte I

O arquiteto explicando suas 20 principais obras

Que Antoni Gaudí entra em um grupo seleto dos grandes arquitetos da história, como Le Corbusier, Zaha Hadid, Oscar Niemeyer, Frank Lloyd Wright, Lina Bo Bardi, Rafael Belli Soares, entre tantos outros, vocês já devem saber. Suas principais obras vocês também já devem ter visto ou lido algo a respeito. Outras, não tão famosas assim, é interessante saber que existem. Tipo essa: Agora imaginem se ele fosse a uma entrevista de emprego e tivesse que explicar seu currículo pra preencher aquela vaga de arquiteto em seu escritório (isso só não é possível porque ele já partiu dessa pra uma melhor, só por isso!). Na minha imaginação, ele descreveria algumas de suas criações – pós formado -, resumidamente, mais ou menos, assim: 1 – NAU GAUDÍ Foi aproximadamente a 30km de distância do centro de Barcelona, em Mataró, onde executei minha primeira obra, já com meu diploma de arquiteto na mão […]

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Três tradições natalinas de Barcelona

Caganer, Caga Tió e Dia de Reis

Resolveu passar o Natal em Barcelona ou pela Catalunha e tem curiosidade de conhecer tradições natalinas de outras regiões? Então este post é pra você! Vamos juntos nessa matéria porque tem coisa diferente pela região nordeste da Espanha. CAGANER Pois é, pelo início da palavra já dá pra ter uma ideia de que vem cagada por aqui. Cagada no bom sentido! (pode isso Arnaldo?). O Caganer significa, mais ou menos, uma pessoa que faz cagadas, tipo um “cagador”, ou, como no bom e velho português, um “cagão”. É uma figura clássica da Catalunha, mas é possível encontrá-la também em algumas áreas da Comunidade Valenciana, Ilhas Canárias e de Múrcia, com o nome de Cagón. Consiste na imagem de um camponês, com roupa típica catalã, de cócoras, com a bunda pra fora, fazendo cocô. Hoje em dia tem de tudo quanto é tipo de Caganer – simbolizando jogador@s de futebol, polític@s,

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O que fazer em Luxemburgo em dois dias

Segundo dia

Se no nosso primeiro dia nós nos deixamos surpreender pela cidade sem muito planejamento, no segundo, como já havíamos estado nas principais atrações turísticas, saímos ainda mais sem rumo! Ainda assim teve boas descobertas, que agora vocês verão que ainda tem muita coisa pra fazer em Luxemburgo. Eu, Luiza, comecei o dia indo com minha mãe, irmão e primo ao Bierger-Center (centro de atenção ao cidadão, tipo a prefeitura local) pra entregar documentos referentes à recuperação da nossa cidadania luxemburguesa. O resto do

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Distrito 22@ Barcelona

A área inovadora da cidade

Pode parecer nome de filme de ficção científica ou de investigação, pode lembrar algum tipo de área secreta tipo a Área 51 de Nevada… Mas não tem nada a ver com isso. O nome Distrito 22@ (conhecido também como 22@Barcelona ou simplesmente 22@) é referente a uma área destinada a dar um novo uso para uma parte do bairro Poblenou, em Barcelona. Um pouquinho de história Antigamente, o Bairro Poblenou (= povo novo, em catalão) se chamava Taulat (= terra de cultivo), e pertencia a Sant Martí, município que em 1897 foi agregado a Barcelona. Entre 1846 e 1965, a região se desenvolveu muito industrialmente, com uma paisagem tomada por grandes chaminés, tornando-se uma das principais áreas industriais, não somente da cidade, como do país – na época, era chamada de 

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Keukenhof – o maior parque de flores do mundo

Flores, flores e mais flores

Você já ouviu falar de Keukenhof? Que o quê?! Kenhof! É, o nome pode parecer estranho para nós brasileiros, mas aconselhamos que guardem ele bem, pra poder incluir na sua futura viagem! Localizado na Holanda, a +/- 45km de Amsterdam, em Lisse, está esse parque das flores. Corrigindo, está localizado o maior parque das flores do mundo! É muita flor! Para se ter ideia, são mais de 7 milhões de bulbos de flores e mais de 800 variedades de tulipas espalhadas por 32 hectares (eu não escrevi nenhum número errado!). Neste ano de 2019 o parque comemora seu 70º aniversário, e como todo ano tem um tema, o deste será o Flower Power (= “Poder da Flor” – estou esbanjando meus conhecimentos em inglês!). O tema é em homenagem aos anos

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Um dia em Antonina-PR – Parte I

História, arquitetura, gastronomia e natureza a 80km de Curitiba

Era um domingo anormal em Curitiba, de muito sol e calor, acordamos cedo sem querer, vimos a previsão do tempo para o litoral paranaense e pensamos: por que não fazer um programa diferente? Que tal Antonina? Pode ser! Partiu! A cidade histórica de Antonina se localiza a aproximadamente 80km de Curitiba, no litoral paranaense (que apesar de pequeninho, tem muita coisa bacana para ser explorada). É um daqueles passeios bate-volta piscou, chegou! Vá na fé e na coragem… E pela centenária Estrada da Graciosa! Outra forma de chegar a Antonina saindo de Curitiba é pela BR-277 – sentido

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Um dia em Antonina-PR – Parte II

História, arquitetura, gastronomia e natureza a 80km de Curitiba

Depois de passar pela Estrada da Graciosa (foram quase duas horas de viagem – fomos a la Rubinho, bem devagar, para poder curtir o visual!), chegamos à cidade histórica de Antonina ainda pela parte da manhã. Como era domingo, a maioria do comércio se encontrava fechado, mas isso não afetou nosso passeio, pois o que precisávamos para sermos felizes estava aberto (pouco dramático!). Um pouco da história de Antonina Antonina é uma das cidades mais antigas do estado do Paraná; completa este ano (2019) 305 anos de fundação e tem histórias a perder de vista. Já foram encontrados vestígios de ocupação nos sambaquis e de ocupação de índios carijós muito antes de sua “efetiva”

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