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"10" Post(s) encontrado(s) na categoria: Autenticidades

Keukenhof – O maior parque de flores do mundo

Flores, flores e mais flores

Você já ouviu falar de Keukenhof? Que o quê?! Kenhof! É, o nome pode parecer estranho para nós brasileiros, mas aconselhamos que guardem ele bem, pra poder incluir na sua futura viagem! Localizado na Holanda, a +/- 45km de Amsterdam, em Lisse, está esse parque das flores. Corrigindo, está localizado o maior parque das flores do mundo! É muita flor! Para se ter ideia, são mais de 7 milhões de bulbos de flores e mais de 800 variedades de tulipas espalhadas por 32 hectares (eu não escrevi nenhum número errado!). Neste ano de 2019 o parque comemora seu 70º aniversário, e como todo ano tem um tema, o deste será o Flower Power (= “Poder da Flor” – estou esbanjando meus conhecimentos em inglês!). O tema é em homenagem aos anos

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Um dia em Antonina-PR – Parte 1

História, arquitetura, gastronomia e natureza a 80km de Curitiba

Era um domingo anormal em Curitiba, de muito sol e calor, acordamos cedo sem querer, vimos a previsão do tempo para o litoral paranaense e pensamos: por que não fazer um programa diferente? Que tal Antonina? Pode ser! Partiu! A cidade histórica de Antonina se localiza a aproximadamente 80km de Curitiba, no litoral paranaense (que apesar de pequeninho, tem muita coisa bacana para ser explorada). É um daqueles passeios bate-volta piscou, chegou! Vá na fé e na coragem… E pela centenária Estrada da Graciosa! Outra forma de chegar a Antonina saindo de Curitiba é pela BR-277 – sentido

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Um dia em Antonina-PR – Parte 2

História, arquitetura, gastronomia e natureza a 80km de Curitiba

Depois de passar pela Estrada da Graciosa (foram quase duas horas de viagem – fomos a la Rubinho, bem devagar, para poder curtir o visual!), chegamos à cidade histórica de Antonina ainda pela parte da manhã. Como era domingo, a maioria do comércio se encontrava fechado, mas isso não afetou nosso passeio, pois o que precisávamos para sermos felizes estava aberto (pouco dramático!). Um pouco da história de Antonina Antonina é uma das cidades mais antigas do estado do Paraná; completa este ano (2019) 305 anos de fundação e tem histórias a perder de vista. Já foram encontrados vestígios de ocupação nos sambaquis e de ocupação de índios carijós muito antes de sua “efetiva”

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Bosque Alemão

A bruxaria que encanta quem conhece!

O Bosque Alemão fica no Bairro Vista Alegre, no Jardim Schaffer, numa área de fundo de vale de 38.000m². Trata-se de uma homenagem aos vários imigrantes dessa etnia que se estabeleceram na cidade no século 19. Essa casinha bonitinha que fica na entrada superior é o Oratório Bach (homenagem ao compositor alemão Johann Sebastian Bach); é uma réplica de uma igreja presbiteriana de 1933 que existiu no Bairro Seminário e nela funciona uma sala para concertos musicais com capacidade para 100 pessoas. Nesse dia o Oratório estava todo enfeitado porque recebeu a instalação da Cidade do Pão de Mel: nove biscoiterias locais se uniram e fizeram a reprodução dos principais pontos turísticos de Curitiba em biscoitos, uma graça!

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Turistando por Curitiba: dobradinha Ópera de Arame + Parque Tanguá

Parte II

Continuando (finalmente!) a parte II do post, depois do nosso almoço na Ópera de Arame pegamos o carro e em cinco minutos chegamos ao Parque Tanguá. O trajeto é mesmo bem curto; de Uber sai por menos de cincão! O Parque Tanguá Inaugurado em novembro de 1996, representa mais uma etapa do projeto de preservação do curso do Rio Barigui, da qual também fazem parte os parques Tingui e Barigui. A área total de 235 mil m² abrange um grande jardim, pista de cooper, ciclovia, lanchonete, mirante, dois lagos, cascata… Aprazível e fotogênico, como um bom parque deve ser! Quem chega no Tanguá pelo estacionamento de cima se depara com o Jardim Poty Lazzarotto, inaugurado em 1998. O Poty é um artista plástico curitibano cuja arte está espalhada em forma de grandes painéis pelos quatro cantos da cidade – seria digno de um post

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Turistando por Curitiba – dobradinha Ópera de Arame + Pargue Tanguá

Parte I

Morador dificilmente faz turismo na própria cidade, o que é um desperdício quando se trata de Curitiba, que tem tantos lugares e construções interessantes. Num fim de semana desses de dezembro, numa das nossas expedições para fotografar as atrações natalinas locais (rendeu uma ótima série de posts no blog), acabamos desfrutando de um agradável dia de domingo, em que nos surpreendemos em perceber como nessa cidade uma coisa pode levar a outra a ponto de que, num curto período de tempo e numa curta distância, se possa visitar tantas atrações diferentes. Nosso passeio não começou exatamente pelo natal, mas pela barriga: tínhamos fome e optamos por almoçar no recém-repaginado Ópera Arte, que fica na emblemática Ópera de Arame. Sobre o restaurante eu já dou mais detalhes; antes quero falar um pouco sobre a

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O mar no bar, em pizza pode acabar

Como o Pizza e o A Ostra Bêbada revolucionaram a experiência de bares em Curitiba

Eu tinha bebido um pouco, mas me lembro bem da primeira noite que acabou em pizza na Trajano Reis. Era 2012, aniversário de não sei quem, não sei em qual dos (muitos) bares dessa rua agitada do Centro Histórico de Curitiba, e minha amiga (oi Manu!) tinha ido pra isso: quando ela soube da festa já me disse que ia porque ali na frente tinha a “melhor pizza do mundo” e que eu tinha que provar (ficam minhas desculpas pro aniversariante incógnito que virou  coadjuvante!). Era madrugada quando saímos do bar-cujo-nome-também-não-lembro (ok, não lembro de muita coisa!) e eu achei um barato aqueles poucos metros quadrados chamarem a atenção de tanta gente, que comia e bebia de pé, atopetada em volta do balcão e principalmente na calçada. Não é que nunca tivesse visto isso antes – um lugar estilo grab and go -; mas desse jeito, ” grab and stay”, and stay […]

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Passeio Público de Curitiba – Parte 2

Entre a graça e a desgraça

O Passeio Público faz parte da história de Curitiba e da vida dos curitibanos – pelo menos os da velha guarda. Mas saibam que nem sempre ele foi público. O primeiro administrador, Francisco Fasce Fontana (italiano, ervateiro, empresário, rico…), foi quem que ajudou a viabilizar a sua construção; até por isso na época ele instituiu que algumas das atrações deveriam ser pagas, como, por exemplo, a “elegante máquina de cavalinhos” – um carrossel, que foi sucesso total. Só que Chico (para os íntimos) começou a ficar indignado por ter que tirar do próprio bolso verba para a manutenção do local e ainda ter que apresentar recibos e notas fiscais das obras – que ele mesmo estava bancando – para a administração pública e, como protesto, fechou os portões do parque. A população não gostou: em 1889 invadiu o local e mostrou o significado da palavra “público”.

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Passeio Público de Curitiba – Parte 1

Entre a graça e a desgraça

Chegou a vez de falar do Passeio Público. Neste ano de 2019 o parque mais antigo de Curitiba completa 133 anos desde sua primeira inauguração. Sim, teve mais de uma! Foi Alfredo d’Escragnolle Taunay, o presidente da época da Província do Paraná, quem deu o pontapé inicial para a construção do Passeio. O local era um banhado/pântano que causava dor de cabeça na população e a construção ajudou na drenagem do terreno e na eliminação de alguns problemas de insetos da região. Taunay adiantou a inauguração para o seu último dia de mandato, dia 2 de maio de 1886. No dia seguinte, seu sucessor Joaquim Faria Sobrinho assumiu o cargo e a bronca. Como a entrega foi em condições bem “marromeno”, Joaquim arcou com o “preju” para finalizar e corrigir os defeitos da construção. Foi daí que em 8 de agosto de 1886 aconteceu a segunda inauguração – mas se […]

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Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib

Se Maomé não vai até a Curitiba, Curitiba vai até Maomé - Parte 2

Esse é o nome correto, mas, convenhamos, muito mais fácil chamar de Mesquita de Curitiba. Localizada no bairro São Francisco, na Rua Kellers, 383, ela pode ser visitada aos domingos, das 10h30min às 13h30min (para quem quiser visitar em outro dia da semana, é necessário ligar para lá e agendar um horário – 41 3222-4515) – a dica que damos, então, é meio óbvia:  conheça a Feira do Largo da Ordem, que acontece na frente, e dê um pulinho dentro da mesquita. Importante ressaltar que para entrar no local é necessário estar descalço e vestido de forma apropriada; a própria mesquita fornece lenços (hijab) às mulheres, que podem ser mais longos ou mais curtos, dependendo da roupa que estiverem usando. O negócio é entrar no clima e respeitar a cultura do local. Ah! A entrada é gratuita! A construção que foi erguida em 2 anos, projetada também pelo Kamal David Curi, e foi […]

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