Viva. As Cidades

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O que fazer em Luxemburgo em dois dias

Segundo dia

Se no nosso primeiro dia nós nos deixamos surpreender pela cidade sem muito planejamento, no segundo, como já havíamos estado nas principais atrações turísticas, saímos ainda mais sem rumo! Ainda assim teve boas descobertas, que agora vocês verão que ainda tem muita coisa pra fazer em Luxemburgo. Eu, Luiza, comecei o dia indo com minha mãe, irmão e primo ao Bierger-Center (centro de atenção ao cidadão, tipo a prefeitura local) pra entregar documentos referentes à recuperação da nossa cidadania luxemburguesa. O resto do

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O que fazer em Luxemburgo em dois dias

Primeiro dia

Pra quem não sabe, Luxemburgo – ou, oficialmente, Grão-Ducado de Luxemburgo – é um pequeno país de pouco mais de meio milhão de habitantes e de 2586 km² de área, que, sem embargo, tem um dos maiores PIB per capita do mundo (pra vocês verem que tamanho não é documento!). Estivemos por uma noite e (quase) dois dias na Cidade de Luxemburgo (a capital e principal cidade) e contamos pra vocês o que vimos e fizemos de bom por lá! Por que Luxemburgo? Com tantos países para se ver na Europa, muitos não veem Luxemburgo como um destino turístico – a maioria dos visitantes vai a negócios ou por assuntos pessoais. No nosso caso, a visita foi para recuperar a

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Um dia em Antonina-PR – Parte 3

História, arquitetura, gastronomia e natureza a 80km de Curitiba

Já falamos do trajeto pela Estrada da Graciosa até Antonina na parte 1 e já falamos um pouco da história da cidade e do que vimos nela na parte 2. Agora está na hora de falar de comida e de como fazer a digestão! Confesso que meu espírito gordinho está indo à loucura lembrando da casquinha de siri que comemos lá! Mas antes vou falar um pouquinho do local que escolhemos pra comer. Restaurante Caçarola do Joca Este restaurante de quase 40 anos de história não conta mais com o comando do Joca (Joaquim Carlos Alcobas), que faleceu em junho de 2008 – hoje quem toma conta são suas filhas, Jamylle e Ramsa Alcobas. Pelos relatos, o Joca era O Cara! Em 1981, o paulistano recém-chegado a Antonina comprou o antigo casarão de uma imigrante belga e não demorou para se espalhar a boa fama da sua

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Parabéns, Curitiba!

326 aninhos de vida

De acordo com as minhas estatísticas, são 218 anos com céu nublado, 93 de chuva, 9 de sol, 6 de sol e chuva no mesmo dia, dois dias de neve e um dia de sol sem nuvens. Nenhuma super lua, nenhum eclipse solar, nenhum eclipse lunar, nenhum cometa… Nada disso em terras curitibanas devido a suas caprichosas nuvens. Por que estou começando o post falando isso? Porque eu, que sou de Brasília e que já passei mais de 20 anos aqui, eu que odeio frio e chuva e céu cinzento, aprendi a gostar da cidade apesar desse tempo lazarento (pra definir usando uma expressão bem daqui)! Brincadeiras e exageros à parte, preciso admitir que Curitiba é muito mais que isso; é uma cidade de tirar o chapéu! E este mês de março ela está de parabéns; por isso o post, em comemoração ao aniversário – não esperem ver críticas negativas neste espaço. […]

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Bosque Alemão

A bruxaria que encanta quem conhece!

O Bosque Alemão fica no Bairro Vista Alegre, no Jardim Schaffer, numa área de fundo de vale de 38.000m². Trata-se de uma homenagem aos vários imigrantes dessa etnia que se estabeleceram na cidade no século 19. Essa casinha bonitinha que fica na entrada superior é o Oratório Bach (homenagem ao compositor alemão Johann Sebastian Bach); é uma réplica de uma igreja presbiteriana de 1933 que existiu no Bairro Seminário e nela funciona uma sala para concertos musicais com capacidade para 100 pessoas. Nesse dia o Oratório estava todo enfeitado porque recebeu a instalação da Cidade do Pão de Mel: nove biscoiterias locais se uniram e fizeram a reprodução dos principais pontos turísticos de Curitiba em biscoitos, uma graça!

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Turistando por Curitiba – dobradinha Ópera de Arame + Pargue Tanguá

Parte I

Morador dificilmente faz turismo na própria cidade, o que é um desperdício quando se trata de Curitiba, que tem tantos lugares e construções interessantes. Num fim de semana desses de dezembro, numa das nossas expedições para fotografar as atrações natalinas locais (rendeu uma ótima série de posts no blog), acabamos desfrutando de um agradável dia de domingo, em que nos surpreendemos em perceber como nessa cidade uma coisa pode levar a outra a ponto de que, num curto período de tempo e numa curta distância, se possa visitar tantas atrações diferentes. Nosso passeio não começou exatamente pelo natal, mas pela barriga: tínhamos fome e optamos por almoçar no recém-repaginado Ópera Arte, que fica na emblemática Ópera de Arame. Sobre o restaurante eu já dou mais detalhes; antes quero falar um pouco sobre a

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O mar no bar, em Pizza pode acabar

Como o Pizza e o A Ostra Bêbada revolucionaram a experiência de bares em Curitiba

Eu tinha bebido um pouco, mas me lembro bem da primeira noite que acabou em pizza na Trajano Reis. Era 2012, aniversário de não sei quem, não sei em qual dos (muitos) bares dessa rua agitada do Centro Histórico de Curitiba, e minha amiga (oi Manu!) tinha ido pra isso: quando ela soube da festa já me disse que ia porque ali na frente tinha a “melhor pizza do mundo” e que eu tinha que provar (ficam minhas desculpas pro aniversariante incógnito que virou  coadjuvante!). Era madrugada quando saímos do bar-cujo-nome-também-não-lembro (ok, não lembro de muita coisa!) e eu achei um barato aqueles poucos metros quadrados chamarem a atenção de tanta gente, que comia e bebia de pé, atopetada em volta do balcão e principalmente na calçada. Não é que nunca tivesse visto isso antes – um lugar estilo grab and go -; mas desse jeito, ” grab and stay”, and stay […]

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As 5 melhores feiras livres de Curitiba

É dia de feira, quarta-feira, sexta-feira, não importa a feira(á)!

Ok, começo pedindo desculpas pelo subtítulo porque ele não é 100% verdadeiro! O fato é que importa a feira, já que as feiras livres volantes ocorrem de terça a domingo aqui na nossa capital paranaense. Mas antes de falarmos delas, vocês sabem a origem desse tipo de comércio aqui em Curitiba? As feiras tiveram início do século XIX, com os imigrantes europeus (alemães, italianos e poloneses) que viviam longe da urbanização, em suas chácaras, e vinham para a região mais central, principalmente pela Estrada do Assungui; eles vinham com suas carroças e com isso começaram a fazer a comercialização de seus próprios produtos, hortifrutigranjeiros (essa palavra bonita eu confesso que eu nem conhecia, retirei do site da prefeitura!). Aliás, sabem aquela fonte de água do Largo da Ordem? Ela foi construída justamente para matar a sede dos cavalos. Bom, é certo que hoje em dia a quantidade e variedade de […]

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Fim de Semana em Campinas

Turistando com moradores numa cidade não turística - Parte 2

Seguindo em frente com as andanças por Campinas, depois de ir à EsPCEx e ao Parque Taquaral (Parque Portugal) tomamos o caminho do restaurante eleito pro almoço e nele ainda fizemos mais um pequeno pit stop, na Torre do Castelo Vitor Negrete. Trata-se de uma caixa d´água – castelo d´água – em estilo art déco, de 27 metros de altura, construída em 1940 e na época com capacidade para 250 mil litros. Hoje ela funciona como museu (com objetos ligados ao abastecimento de água) e – o mais interessante para nós – como mirante: do alto é possível ver Campinas em 360º e com informações – são seis amuradas distribuídas conforme os pontos cardeais, com explicações sobre cada parte da cidade. Depois disso tudo a fome bateu mesmo, e como bons entendedores e apreciadores de gastronomia, nossos cicerones nos levaram ao Vila Paraíso. Gente, que lugar! Confesso que sou um pouco

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Baba Salim

Se Maomé não vai até a Curitiba, Curitiba vai até Maomé - Parte 3

Não é preciso ir pra lá de Marraquexe para encontrar o Baba Salim, e ao encontrá-lo, cuidado para não ficar pra lá de Bagdá! Esse bar/restaurante libanês (a unidade mais antiga) se encontra na Rua Amintas de Barros, na rua lateral do Teatro Guaíra (tema clássico para um futuro post). Fica a 8 minutos a pé do Memorial Árabe e a 15 minutos da Mesquita de Curitiba. Desde 1998 o local é administrado pelo casal libanês Nazha Chiah e Jamal (que muitos chamam de Baba – fica a seu critério!). No início era mais um restaurante, aberto de dia, servindo principalmente pratos executivos. Era ainda mais simples que atualmente – para se ter ideia, o banheiro ficava do lado de fora do bar: era torcer para não chover na hora do aperto! No início dos anos 2000,

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