Viva. As Cidades

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Três tradições natalinas de Barcelona

Caganer, Caga Tió e Dia de Reis

Resolveu passar o Natal em Barcelona ou pela Catalunha e tem curiosidade de conhecer tradições natalinas de outras regiões? Então este post é pra você! Vamos juntos nessa matéria porque tem coisa diferente pela região nordeste da Espanha. CAGANER Pois é, pelo início da palavra já dá pra ter uma ideia de que vem cagada por aqui. Cagada no bom sentido! (pode isso Arnaldo?). O Caganer significa, mais ou menos, uma pessoa que faz cagadas, tipo um “cagador”, ou, como no bom e velho português, um “cagão”. É uma figura clássica da Catalunha, mas é possível encontrá-la também em algumas áreas da Comunidade Valenciana, Ilhas Canárias e de Múrcia, com o nome de Cagón. Consiste na imagem de um camponês, com roupa típica catalã, de cócoras, com a bunda pra fora, fazendo cocô. Hoje em dia tem de tudo quanto é tipo de Caganer – simbolizando jogador@s de futebol, polític@s,

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O que fazer em Luxemburgo em dois dias

Segundo dia

Se no nosso primeiro dia nós nos deixamos surpreender pela cidade sem muito planejamento, no segundo, como já havíamos estado nas principais atrações turísticas, saímos ainda mais sem rumo! Ainda assim teve boas descobertas, que agora vocês verão que ainda tem muita coisa pra fazer em Luxemburgo. Eu, Luiza, comecei o dia indo com minha mãe, irmão e primo ao Bierger-Center (centro de atenção ao cidadão, tipo a prefeitura local) pra entregar documentos referentes à recuperação da nossa cidadania luxemburguesa. O resto do

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O que fazer em Luxemburgo em dois dias

Primeiro dia

Pra quem não sabe, Luxemburgo – ou, oficialmente, Grão-Ducado de Luxemburgo – é um pequeno país de pouco mais de meio milhão de habitantes e de 2586 km² de área, que, sem embargo, tem um dos maiores PIB per capita do mundo (pra vocês verem que tamanho não é documento!). Estivemos por uma noite e (quase) dois dias na Cidade de Luxemburgo (a capital e principal cidade) e contamos pra vocês o que vimos e fizemos de bom por lá! Por que Luxemburgo? Com tantos países para se ver na Europa, muitos não veem Luxemburgo como um destino turístico – a maioria dos visitantes vai a negócios ou por assuntos pessoais. No nosso caso, a visita foi para recuperar a

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Passeio Público de Curitiba – Parte II

Entre a graça e a desgraça

O Passeio Público faz parte da história de Curitiba e da vida dos curitibanos – pelo menos os da velha guarda. Mas saibam que nem sempre ele foi público. O primeiro administrador, Francisco Fasce Fontana (italiano, ervateiro, empresário, rico…), foi quem que ajudou a viabilizar a sua construção; até por isso na época ele instituiu que algumas das atrações deveriam ser pagas, como, por exemplo, a “elegante máquina de cavalinhos” – um carrossel, que foi sucesso total. Só que Chico (para os íntimos) começou a ficar indignado por ter que tirar do próprio bolso verba para a manutenção do local e ainda ter que apresentar recibos e notas fiscais das obras – que ele mesmo estava bancando – para a administração pública e, como protesto, fechou os portões do parque. A população não gostou: em 1889 invadiu o local e mostrou o significado da palavra “público”.

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Passeio Público de Curitiba – Parte I

Entre a graça e a desgraça

Chegou a vez de falar do Passeio Público. Neste ano de 2019 o parque mais antigo de Curitiba completa 133 anos desde sua primeira inauguração. Sim, teve mais de uma! Foi Alfredo d’Escragnolle Taunay, o presidente da época da Província do Paraná, quem deu o pontapé inicial para a construção do Passeio. O local era um banhado/pântano que causava dor de cabeça na população e a construção ajudou na drenagem do terreno e na eliminação de alguns problemas de insetos da região. Taunay adiantou a inauguração para o seu último dia de mandato, dia 2 de maio de 1886. No dia seguinte, seu sucessor Joaquim Faria Sobrinho assumiu o cargo e a bronca. Como a entrega foi em condições bem “marromeno”, Joaquim arcou com o “preju” para finalizar e corrigir os defeitos da construção. Foi daí que em 8 de agosto de 1886 aconteceu a segunda inauguração – mas se […]

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As 5 melhores feiras livres de Curitiba

É dia de feira, quarta-feira, sexta-feira, não importa a feira(á)!

Ok, começo pedindo desculpas pelo subtítulo porque ele não é 100% verdadeiro! O fato é que importa a feira, já que as feiras livres volantes ocorrem de terça a domingo aqui na nossa capital paranaense. Mas antes de falarmos delas, vocês sabem a origem desse tipo de comércio aqui em Curitiba? As feiras tiveram início do século XIX, com os imigrantes europeus (alemães, italianos e poloneses) que viviam longe da urbanização, em suas chácaras, e vinham para a região mais central, principalmente pela Estrada do Assungui; eles vinham com suas carroças e com isso começaram a fazer a comercialização de seus próprios produtos, hortifrutigranjeiros (essa palavra bonita eu confesso que eu nem conhecia, retirei do site da prefeitura!). Aliás, sabem aquela fonte de água do Largo da Ordem? Ela foi construída justamente para matar a sede dos cavalos. Bom, é certo que hoje em dia a quantidade e variedade de […]

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Fim de Semana em Campinas

Turistando com moradores numa cidade não turística - Parte 2

Seguindo em frente com as andanças por Campinas, depois de ir à EsPCEx e ao Parque Taquaral (Parque Portugal) tomamos o caminho do restaurante eleito pro almoço e nele ainda fizemos mais um pequeno pit stop, na Torre do Castelo Vitor Negrete. Trata-se de uma caixa d´água – castelo d´água – em estilo art déco, de 27 metros de altura, construída em 1940 e na época com capacidade para 250 mil litros. Hoje ela funciona como museu (com objetos ligados ao abastecimento de água) e – o mais interessante para nós – como mirante: do alto é possível ver Campinas em 360º e com informações – são seis amuradas distribuídas conforme os pontos cardeais, com explicações sobre cada parte da cidade. Depois disso tudo a fome bateu mesmo, e como bons entendedores e apreciadores de gastronomia, nossos cicerones nos levaram ao Vila Paraíso. Gente, que lugar! Confesso que sou um pouco

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Fim de semana em Campinas

Turistando com moradores numa cidade não turística - Parte 1

Em dezembro (OK, post atrasado; férias né?!), depois de algumas tentativas de conciliar as agendas, finalmente estivemos em Campinas para um encontro de primos. Não tínhamos pesquisado nada sobre o que fazer pela cidade, até porque o objetivo era estar em família, mas os anfitrioníssimos Jorge e o Beto nos levaram pra um belo rolê e pudemos perceber que coisa pra fazer por lá não falta! A única recomendação que tínhamos para o sábado de manhã era usar calça (?!). Saímos de casa por volta das 10:30h e chegamos a uma magnífica construção cor-de-rosa que ocupa uma quadra inteira – mentira, o conjunto deve ocupar umas 8 quadras!.. Ou umas 20!! Olha, não sei dizer, mas é bem grande! A razão do uso de calça é que assim se exige no site a Escola Preparatória de Cadetes do Exército, onde estávamos. A EsPCEx funciona como se fosse um primeiro ano do […]

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Memorial Árabe

Se Maomé não vai até Curitiba, Curitiba vai até Maomé - Parte 1

Estes próximos 3 posts são a respeito das construções árabes mais marcantes da cidade: as que vocês turistas não podem deixar de conhecer; que os residentes batem no peito com orgulho ao mostrar essa diversidade cultural, de arquitetura peculiar! De gastronomia única! Vamos falar dos… Habib’s! São várias unidades espalhadas pela cidade que… Brincadeira! Dedicamos esses espaços para falar das duas principais referências arquitetônicas árabes de Curitiba, que entram tranquilamente na rota turística da capital, não somente por estarem perto de vários outros pontos turísticos, mas por serem realmente interessantes. De quebra, indicaremos pra vocês um boteco super clássico, que provavelmente apenas os moradores da cidade frequentam. Vamos falar do Memorial Árabe, da Mesquita de Curitiba (Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib) e do bar Baba Salim. Memorial Árabe Localizado na Praça Gibran Khalil Gibran, no Centro Cívico, tem como vizinhos o Passeio Público, o Colégio Estadual (outro de belíssima […]

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Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib

Se Maomé não vai até a Curitiba, Curitiba vai até Maomé - Parte 2

Esse é o nome correto, mas, convenhamos, muito mais fácil chamar de Mesquita de Curitiba. Localizada no bairro São Francisco, na Rua Kellers, 383, ela pode ser visitada aos domingos, das 10h30min às 13h30min (para quem quiser visitar em outro dia da semana, é necessário ligar para lá e agendar um horário – 41 3222-4515) – a dica que damos, então, é meio óbvia:  conheça a Feira do Largo da Ordem, que acontece na frente, e dê um pulinho dentro da mesquita. Importante ressaltar que para entrar no local é necessário estar descalço e vestido de forma apropriada; a própria mesquita fornece lenços (hijab) às mulheres, que podem ser mais longos ou mais curtos, dependendo da roupa que estiverem usando. O negócio é entrar no clima e respeitar a cultura do local. Ah! A entrada é gratuita! A construção que foi erguida em 2 anos, projetada também pelo Kamal David Curi, e foi […]

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