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As 5 melhores feiras livres de Curitiba

É dia de feira, quarta-feira, sexta-feira, não importa a feira(á)!

Ok, começo pedindo desculpas pelo subtítulo porque ele não é 100% verdadeiro! O fato é que importa a feira, já que as feiras livres volantes ocorrem de terça a domingo aqui na nossa capital paranaense.

Mas antes de falarmos delas, vocês sabem a origem desse tipo de comércio aqui em Curitiba?
As feiras tiveram início do século XIX, com os imigrantes europeus (alemães, italianos e poloneses) que viviam longe da urbanização, em suas chácaras, e vinham para a região mais central, principalmente pela Estrada do Assungui; eles vinham com suas carroças e com isso começaram a fazer a comercialização de seus próprios produtos, hortifrutigranjeiros (essa palavra bonita eu confesso que eu nem conhecia, retirei do site da prefeitura!). Aliás, sabem aquela fonte de água do Largo da Ordem? Ela foi construída justamente para matar a sede dos cavalos.

Bom, é certo que hoje em dia a quantidade e variedade de produtos que se vende nas feiras é muito maior, mas não podemos negar Continue lendo

Domingo em Curitiba

A clássica dobradinha Feira do Largo da Ordem + almoço no setor histórico

Se tem uma programação típica do curitibano pra domingo de manhã é a Feira do Largo da Ordem, que acontece no centro histórico da cidade das 9h às 14h. É tão tradicional que às vezes nós até nos esquecemos de aproveitar, por saber que ela vai estar sempre lá: faça chuva, faça sol, todo domingo as barraquinhas estão montadas, o que nos faz inconscientemente adiar a ida pro fim de semana seguinte, e pro seguinte… Essas coisas que morador costuma (não) fazer quando se trata das atrações da própria cidade! Mas é fato que cada vez que pisamos na “feirinha”, ficamos maravilhados e nos perguntamos por que não a visitamos com mais frequência.

Feira do Lardo da Ordem – ao fundo a torre da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Curitiba. (Foto: Rafael Belli Soares)

Bom, pra introduzir, é preciso dimensionar o evento: são 1250 (!) barracas que se estendem da Rua São Francisco até a Rua Dr. Kellers, que vendem principalmente artesanato – objetos de decoração feitos dos mais diversos materiais, acessórios, roupas, adereços… Tem do lugar-comum ao inusitado e muita variedade, o que faz a feira sair do padrão e, por isso, impressionar – de verdade, sou bem a louca das feiras e ainda não estive numa tão interessante!

Tem também bastante pintura; antiguidades; livros, revistas e vinis; teatro de rua e, claro, comida, muita comida! Além dos clássicos pastel de feira (lá se chama só pastel mesmo :p) e caldo de cana, tem barracas de culinária de outros países (ucraniana, grega…), barracas dos clássicos nacionais (acarajé altamente recomendado) e os vários restaurantes do entorno. Tudo isso ao som – aos sons – que vão mudando conforme os passos que se vai dando: tem rock ao vivo, tem MPB no violão, tem o berimbau da roda de capoeira… Tem pra todos os gostos.

Feirinha do Largo da Ordem (Fotos: Rafael Belli Soares)

Feirinha do Largo da Ordem (Fotos: Rafael Belli Soares)

Feira do Largo da Ordem (Foto: Rafael Belli Soares)

Artesanato variado. Até os Smurfs encontramos por lá! (Foto: Rafael Belli Soares)

A essa altura já deve ter dado pra perceber que de “feirinha” essa feira não tem nada, né? Mas é que, segundo nosso oráculo do século XXI, Wikipedia, ela começou extra-oficialmente por volta de 1973 por parte de hippies – daí então os nomes “Feirinha Hippie”, usado até hoje.

Foto da Feira em 1970 e poucos – foto não datada. Retirada do grupo Antigamente em Curitiba (Acervo dos municípios brasileiros Biblioteca do IBGE)

Outro nome bastante usado é o de “Feirinha do Largo”, em referência ao Largo da Ordem, que, junto com a Praça Garibaldi, o calçadão de acesso e as Ruínas de São Francisco, compõe parte do setor histórico da cidade. É nessa região que se encontram algumas das edificações locais mais antigas, que dividem espaço com obras novas e com arte de rua – graffiti, painéis de azulejo -; tanta coisa interessante que merece um post exclusivo. Melhor que lazer é lazer com história, né?

Mistura do antigo com o novo. (Foto: Rafael Belli Soares)

E depois desse rolê que já durava uma manhã toda no sol, como já estávamos ficando da cor da parede do Memorial, resolvemos sentar e parar pra almoçar numa sombra. Foi difícil resistir ao clássico Bar do Alemão (qualquer hora falaremos dele aqui!), mas resolvemos conhecer um lugar novo que já havíamos visto ser elogiado na imprensa local. Uma casa tombada do século XIX com um jardim interno incrível; quem passa pelo A Caiçara não faz ideia do que existe lá dentro. E se o ambiente é aprazível o cardápio não fica pra trás: cozinha litorânea regional da melhor qualidade; vai de barreado (pra quem não sabe, é um prato bem típico do Paraná) a frutos do mar e agrada qualquer paladar. Fomos de feijoada de frutos do mar (com feijão branco, inclui carne suína e acompanha farofa de banana e vinagrete – R$ 85,20 pra duas pessoas, bem servido) e chope gelado; não precisa de mais nada, né?!

Participação especial do Rafa e dos nosso amigos Gabi e Babalu na segunda foto! (Fotos: Luiza Nascimento Mendonça)

Restaurante A Caiçara – Prato: Feijoada Portuguesa (Foto: Luiza Nascimento Mendonça)

O almoço foi longe e deixamos o restaurante perto das 16h – horário em que ainda tinha bastante gente comendo. No calçadão, as barracas desmontadas não espantaram o pessoal, que continuava comendo e bebendo como se não houvesse segunda-feira.  Domingo em Curitiba é assim; com sol então, só alegria!

Então é Natal! Parte I

As principais atrações natalinas de Curitiba 2018

Chegamos ao final do ano com aquele papo bem clichê de que o ano passou voando! Mas é verdade, fazer o quê!? Bem, e no quesito atrações natalinas a capital paranaense está entre as principais cidades do Brasil – tanto que é uma das 10 mais visitadas nesta época do ano.  Programas não faltam para entreter a família: são espetáculos comoventes, construções bem decoradas, rua inteira voltada ao espírito natalino, árvores de natal gigantes pela cidade, feiras…
Segue então a programação pra entrar nesse clima em 2018:

RUA ILUMINADA FAMÍLIA MOLETTA

Vou começar pelas beiradas, mais precisamente pela Rua Nicola Pellanda, n° 5962, no bairro Umbará – pra quem não conhece, é um bairro mais distante do centro de Curitiba. Pra alguns talvez seja um pouquinho mais complicado de chegar até lá, mas como diz o ditado: quanto maior o esforço, maior a recompensa!
A rua vem ganhando cada vez mais espaço no cenário de natal da cidade e este ano contará com mais de 500 mil lâmpadas, show de luzes, casa do Papai Noel e até uma praça de alimentação! Toda essa festa – posso chamar assim? -, começou devido à iniciativa da família Moletta (os familiares são todos vizinhos). Em 1996 eles realizaram pela primeira vez toda a decoração, depois fizeram mais uma vez, depois pararam, depois voltaram e desde 2016 estão firmes e fortes neste lindo feito! Este ano a inauguração será dia 24 de novembro e irá até o dia 30 de dezembro; sempre das 20h às 23h:30min. O valor integral do ingresso é de R$10,00 e maiores de 60 pagam meia.

Foto retirada do site https://curitibadegraca.com.br/rua-e-parque-decorados-transformam-o-umbara-em-uma-das-atracoes-de-natal-de-curitiba/ (Foto: Pedro Ribas/SMCS)

A CASA DO PAPAI NOEL

Esta fica menos longe do centro de Curitiba em comparação com a Rua Nicola Pellanda. Fica no município de São José dos Pinhais (região metropolitana), no Parque da Fonte, Rua Alm. Alexandrino, 1410 – Afonso Pena. Faz 20 anos que o bom velhinho vem pro Paraná se hospedar neste endereço e é claro que a criançada vai à loucura! Não é por Continue lendo

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