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Keukenhof – O maior parque de flores do mundo

Flores, flores e mais flores

Você já ouviu falar de Keukenhof? Que o quê?! Kenhof! É, o nome pode parecer estranho para nós brasileiros, mas aconselhamos que guardem ele bem, pra poder incluir na sua futura viagem! Localizado na Holanda, a +/- 45km de Amsterdam, em Lisse, está esse parque das flores. Corrigindo, está localizado o maior parque das flores do mundo! É muita flor!

(Foto: Rafael Belli Soares)

Para se ter ideia, são mais de 7 milhões de bulbos de flores e mais de 800 variedades de tulipas espalhadas por 32 hectares (eu não escrevi nenhum número errado!).

Neste ano de 2019 o parque comemora seu 70º aniversário, e como todo ano tem um tema, o deste será o Flower Power (= “Poder da Flor” – estou esbanjando meus conhecimentos em inglês!). O tema é em homenagem aos anos Continue lendo

Turistando por Curitiba: dobradinha Ópera de Arame + Parque Tanguá

Parte II

Continuando (finalmente!) a parte II do post, depois do nosso almoço na Ópera de Arame pegamos o carro e em cinco minutos chegamos ao Parque Tanguá. O trajeto é mesmo bem curto; de Uber sai por menos de cincão!

O Parque Tanguá

Inaugurado em novembro de 1996, representa mais uma etapa do projeto de preservação do curso do Rio Barigui, da qual também fazem parte os parques Tingui e Barigui. A área total de 235 mil m² abrange um grande jardim, pista de cooper, ciclovia, lanchonete, mirante, dois lagos, cascata… Aprazível e fotogênico, como um bom parque deve ser!

De cara já se vê a beleza do parque! (Foto: Rafael Belli Soares – Foto tirada em março de 2019)

Quem chega no Tanguá pelo estacionamento de cima se depara com o Jardim Poty Lazzarotto, inaugurado em 1998. O Poty é um artista plástico curitibano cuja arte está espalhada em forma de grandes painéis pelos quatro cantos da cidade – seria digno de um post Continue lendo

Passeio Público de Curitiba – Parte 2

Entre a graça e a desgraça

O Passeio Público faz parte da história de Curitiba e da vida dos curitibanos – pelo menos os da velha guarda. Mas saibam que nem sempre ele foi público.

O primeiro administrador, Francisco Fasce Fontana (italiano, ervateiro, empresário, rico…), foi quem que ajudou a viabilizar a sua construção; até por isso na época ele instituiu que algumas das atrações deveriam ser pagas, como, por exemplo, a “elegante máquina de cavalinhos” – um carrossel, que foi sucesso total. Só que Chico (para os íntimos) começou a ficar indignado por ter que tirar do próprio bolso verba para a manutenção do local e ainda ter que apresentar recibos e notas fiscais das obras – que ele mesmo estava bancando – para a administração pública e, como protesto, fechou os portões do parque. A população não gostou: em 1889 invadiu o local e mostrou o significado da palavra “público”.

Ponte pênsil fazendo a ligação com a Ilha da Ilusão. (Foto: Rafael Belli Soares)

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